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Time do Golden State posa com a taça (Crédito: Ezra Shaw/NBAE/GettyImages) |
A principal característica
dos esportes coletivos é colocar duas equipes em confronto alternando situações
de defesa e ataque. O Golden State Warriors provou que tem um grupo ao
conquistar o titulo da NBA na madrugada desta quarta-feira, 17, em Cleveland,
casa do seu adversário. O campeão venceu o Cleveland Cavaliers, do ala e astro,
LeBron James, por 105 a 97 e fechou a serie das finais com o placar de 4 a 2.
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Iguodala enterra a bola (Crédito: Ezra Shaw/NBAE/Getty Images) |
Durante a temporada regular,
o armador Stephen Curry foi eleito o MVP (jogador mais valioso, na tradução).
Nas finais, Curry desequilibrou para os Warriors no jogo 5. No entanto, seu
companheiro de equipe, o ala André Iguodala foi escolhido o MVP das finais, já
que a virada dos Warriors aconteceu após a sua entrada no time titular no jogo
4, quando os Cavs venciam a serie por 2 a 1.
Sem um companheiro à altura
para combinar jogadas, trocar passes, LeBron tentou fazer tudo sozinho e
desequilibrar para o seu time, mas como diz o ditado, uma andorinha só não faz
verão, nem a sua incrível media de 35,8 pontos, 13,13 rebotes e 8,8
assistências nos seis jogos foram suficientes diante da dupla Curry e Iguodala.
Faltando dez segundos para o final do jogo, o craque não teve estômago para
assistir os adversários iniciarem a festa e se retirou da quadra, mas sem antes
cumprimentar Curry pelo título.
Copa
América
Usando a NBA para ilustrar a
Copa América, que acontece no Chile, a Argentina tem o MVP da temporada, Lionel
Messi, no seu elenco. Porém, o craque dos Hermanos, que não ainda não funcionou
como no Barcelona, tem a companhia de outros bons jogadores com Kun Agüero,
Angel Dí Maria, Carlos Tévez, Javier Mascherano e outros para dialogar dentro
de campo e dividir responsabilidades.
Já o Brasil, tem em Neymar o
seu LeBron James. O camisa 10 canarinho volta para buscar a bola e iniciar as
jogadas. Se não for ele mesmo que conclui, toca para algum companheiro que não
esta a sua altura, com excessão de Daniel Alves.
Neymar não pode ser chamado
de maestro, pois não tem uma orquestra ao seu lado. Ele tem que se virar nos 90.
A falta de um bom elenco pode complicar o Brasil se a sorte não tiver ao seu lado
e o azar der a mão para os argentinos. LeBron James que o diga.